Mistura de rap e história das mulheres unem culturas no mesmo lugar

Palestra sobre a Mulheres importantes e rap ocupam o público

por BRUNO CARVALHO

No domingo (8), quem abriu o evento foi o grupo de hip hop FDI, que tem faz rap gospel. Além da música, os dançarinos do grupo se destacaram com as piruetas, que deixaram o público de “boca aberta”.

Para homenagear o dia internacional da mulher, teve a palestra da historiadora e arte educadora Beatriz Hanssen, que tratou da importância das mulheres na história de Guarulhos. Segundo a historiadora, um grande destaque entre as mulheres de nossa cidade, foi a professora Nicolina Bispo. Ela é a compositora do nosso hino municipal

Beatriz que teve participação no livro “Guarulhos tem histoória contou sobre várias personalidades femininas, inclusive sobre uma prefeita que teve em nossa cidade (mais detalhes no vídeo abaixo). A palestrante reforçou que o movimento é um divisor de águas na histórias, pois foi feito através de embasamento histórico, deixando as opiniões pessoais de lado. “Esse livro (Guarulhos tem história) não fala dos considerados “Grandes Homens”. Trás a tona a história de mulheres e homens que construíram a cidade, que lutaram, que foram oprimidos, ignorados e esquecidos. Trabalha com variados objetos de pesquisa, como por exemplo o cemitério,tem ajuda da história oral, etc”; afirmou para nossa reportagem.

Castro Alves passa na Casa dos Cordéis

Como não poderia ser deixado de lado, o abolicionista Castro Alves teve sua vez. Foi feita a leitura de trechos da peça “Castro Alves Pede Passagem”, texto de Gianfrancesco Guarnieri. A peça foi montada no Teatro Princesa Isabel, em 1972. No Rio de Janeiro.

Trecho da peça “Castro Alves Pede Passagem”:

O trabalho foi feito pelas as arte-educadoras Beatriz Hanssen, Aline Fonseca e Verônica Silva Pereira do Núcleo de artes do CIM. Entre os trechos, Willian Biart executou as músicas O Fantasma e a Canção (fragmento), Maria e Chora chora na viola, violeiro do sertão. Que foram musicas através da poesias de Castro Alves.

Música “Fantasma e a Canção”:

Para fechar a participação das mulheres do CIM, elas propuseram para o público presente que escrevessem em uma folha qualquer coisa que remetesse ao poeta abolicionista. À partir dos escritos, elas fizeram uma improvisação.

Em casa de poeta, tudo acaba em poesia

Assim o domingo acabou em declamações, contos, piadas e músicas. Os artistas Castelo Hanssen, Bosco Maciel, Eugenio Asano, Diogo Carvalho e Orlando Gilli esbanjaram criatividade.

Em primeira mão, veja os vídeos:

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Comments
One Response to “Mistura de rap e história das mulheres unem culturas no mesmo lugar”
  1. Aline Fonseca disse:

    Olá Bruno, parabéns por seu trabalho… tudo muito completo, feito com capricho e carinho.

    Grande abraço e mais uma vez Parabéns

    Sempre achei que Guarulhos precisasse de algo assim.

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